quarta-feira, 15 de junho de 2011

O surgimento de uma nova Indústria Cultural: A Televisão

        A ideia de trabalhar com imagens está ligada a história da civilização. Já nos tempos primitivos, o homem deixava suas impressões em forma de desenhos. Com o desenvolvimento das técnicas, a pintura passou a reproduzir quase  em tom fiel as imagens de sua época.
         A televisão herdou algumas características do cinema. Sua proximidade com o tempo presente, sua praticidade de estar dentro de um lar, deram possibilidades a tornar esse, o meio mais poderoso de transmissão de informações, ideias e ideais. 
     As transmissões por onda de rádio, as quais chamamos de radiotransmissão, possibilitaram, primeiramente, as transmissões de voz, posteriormente de imagens e nos dias de hoje, as transmissões de dados. Em 1904, Padre Landell começa a criar o projeto de transmissão de imagens a distância, ou seja, ou seja, a Televisão.





Em 18 de setembro de 1950 surge o primeiro canal de TV brasileiro, TV Tupi fundada pelo jornalista Assis Chateaubriand, a partir desta data tudo mudaria, naquele momento, ninguém imaginava que a televisão viesse a fazer parte da vida da sociedade.
A televisão passou por inúmeras transformações desde a sua invenção até os dias atuais e representa parte da cultura popular.
         A primeira transmissão experimental em cores no Brasil foi feita em 1963, mas somente nos anos 70 chegou oficialmente à casa dos telespectadores. Um pouco depois, em 1976, o Brasil ocupa o quero lugar entre os usuários de satélite INTELSAT, já sendo 11 milhões e 603 mil televisores em preto e branco e em cores.
           Hoje, a televisão brasileira tem 60 anos de história na vida da sociedade, e a pesar de não sabermos ao certo se ela acrescenta em nossas vidas ou nos deixa de certa forma alienados, a televisão cumpre muito bem seu papel social, informando, esclarecendo, divulgando e fazendo parte do dia a dia dos telespectadores.


  
                                                                                                                      
                                                                                                       Por Manuela Estrella

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